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sábado, 23 de julho de 2011

Kubrick e o seu génio.

 

stanley-kubrick

Apetecia-me escrever. Só não sabia era sobre o quê.

Então, vou escrever sobre um dos melhores e maiores realizadores que tive oportunidade de descobrir: Stanley Kubrick. Porquê? Porque, a meu ver, não há ninguém que consiga ser tão versátil e genial ao mesmo tempo. Com ele, tudo funciona. Não há erros de casting, bandas sonoras mal escolhidas, planos falhados,… Stanley Kubrick exigia perfeição, minuciosidade, rigor, cuidado. Ele não dizia que estavas errado, mas diria que podias fazer melhor. E fazia takes atrás de takes. Tudo até atingir o que pretendia. Por isso, era mal-entendido. Ninguém percebia que o mínimo detalhe seria suficiente para tudo ser diferente. Mas Kubrick sabia isso. Melhor que ninguém. Podia chegar aos 30 takes, mas ele não desistia de atingir a perfeição. No seu mundo eremita, recusava-se a viajar mas nem por isso os seus filmes deixaram de o fazer. Quem diria que Full Metal Jacket fora filmado em Londres? Quem é que não acreditou no mundo futurista de A Clockwork Orange?

Para mim, Stanley Kubrick será sempre uma figura maior. Um dos primeiros verdadeiros realizadores que descobri. Um dos primeiros que me relembrou sobre o prazer de assistir a uma peça da 7ª arte. Um dos primeiros realizadores que me fez ver o que os filmes podiam ser: obras-primas.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Lie To Me


Confesso que durante muito tempo "gozei" com quem via esta série. Que era tudo uma farsa, que não era assim tão possível detectar as mentiras, que era tudo exagerado. Eu nunca tinha visto nenhum episódio, portanto estava a comentar o que achava que a série seria. Depois comecei a ver alguns episódios de relance.. Passados uns tempos, a Fox começou a transmitir a série de início e eu resolvi dar uma oportunidade. Passado menos de um mês, já vi as temporadas todas! Não é que consigo encontrar um fundo de verdade naquilo tudo? E aplicar aquilo à realidade acaba por ser muito interessante, desmascarando as pessoas... É impossível não gostar de Cal Lightman e é muito por ele que a série é muito boa. A personagem interpretada por Tim Roth, com aquele sotaque inglês nativo e uma personalidade peculiar é apelativa a qualquer pessoa. O restante elenco também é bom (Kelli Williams, Brendan Hines, Monica Raymund) mas nada se compara a Lightman. Depois ainda há as alusões à realidade, com comparações aos mentirosos famosos da História (só os que são widely known) que dá um toque realístico áquilo tudo.

Depois destes elogios, nem preciso comentar o cancelamento a meio da terceira temporada...

Let there be Light..Man

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Harry Potter and the Deathly Hallows

 

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2

Chegou ao fim a aventura do feiticeiro mais conhecido do nosso mundo de muggles. Uma história vibrante, efusiva, coordenada com acção, suspense, drama, comédia,…

Embora o último livro da escritora J.K. Rowling tenha sido dividido em duas partes, não posso, de forma alguma, separá-los no meu juízo de valor. É uma obra emocionante, com um aspecto mais hollywoodesco mas com o argumento mais forte de toda a saga. Afinal, é nestes dois filmes que se concentra o final. Como a tagline indica, “Tudo acaba”. Não é apenas mais um filme que bate recordes, não é apenas mais uma ida ao cinema no fim-de-semana. É um fenómeno! Harry Potter não criou filmes sublimes ou que possam ser considerados obras-primas, mas uma atmosfera de feitiçaria em que (quase) todos nós podemos e queremos mergulhar. É, talvez, um conto de fadas disfarçado que chega ao fim após 16 anos. Sim, o primeiro livro do Harry Potter foi acabado em 1995. Nós situamo-nos em 2011. 16 anos que separam o início e fim de algo formidável e sem precdentes. Foram 16 anos que marcaram a vida de muitas pessoas, tal como a minha e de muitos meus amigos. Harry Potter não deve ser conhecido pelos seus filmes nem pelos seus livros mas sim pela sua transmissão de valores morais e éticos e pela sua atmosfera delirante e viciante que nos fez passar noites a sonhar com varinhas, feitiços, vassouras voadoras e bons e temíveis feiticeiros. Que outra saga consegue tal responsabilidade? É por isto que Harry Potter estará sempre associado a esta palavra: insubstituível.

nota 8

terça-feira, 19 de julho de 2011

Harry Potter and the half-blood prince (2009)

 

harry-potter-and-the-half-blood-prince

O sexto episódio desta mítica saga, começa a conhecer o seu lado mais negro e mais cruel. Perde-se a inocência, descobre-se os horcruxes. Lord Voldemort instala o medo no mundo da magia e Harry Potter aceita a missão de Dumbledor. O half-blood prince é um feiticeiro com uma história paralela que vai ajudar Harry, involuntariamente, através do seu livro.

A meu ver, a saga começa aqui um bom começo para o fim da história.

nota-7

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)

 

(L-r) EVANNA LYNCH as Luna Lovegood, EMMA WATSON as Hermione Granger, MATTHEW LEWIS as Neville Longbottom and DANIEL RADCLIFFE as Harry Potter in Warner Bros. Pictures' fantasy "Harry Potter and the Order of the Phoenix.”<br />PHOTOGRAPHS TO BE USED SOLELY FOR ADVERTISING, PROMOTION, PUBLICITY OR REVIEWS OF THIS SPECIFIC MOTION PICTURE AND TO REMAIN THE PROPERTY OF THE STUDIO. NOT FOR SALE OR REDISTRIBUTION

O desconhecido David Yates pôs mãos à adaptação do quinto livro da saga. Este livro, era o mais complicado e, por sua vez, um dos melhores livros da saga. Este livro, introduzia complicados conceitos, histórias do passado, planos contra Quem-nós-sabemos, Hogwarts, Harry Potter, a Ordem, etc.. Se por um lado era o mais difícil de adaptar, foi também a pior adaptação. Pouco coeso, confuso. Para os apenas seguidores dos livros iriam sentir-se à deriva de um mundo de magia desconhecido. Esta seria uma obra que merecia duas partes, calma, compreensão e talento. E nada disto foi conseguido.

nota-5