BeRuby

Embaixadores

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Transformers - Revenge of the Fallen (2009)

Tenho apenas duas coisas a dizer sobre este filme.

- não consegui acabar de o ver.
- Isabel Lucas, Megan Fox

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

The Firm (2009)

The Firm é um filme sobre hooligans. Não confundir com o filme em que Cruise é advogado.
Passado em Londres na década de oitenta, conta a história dos "gangues" ingleses que aproveitavam o ir à bola para confrontos físicos violentos. Vestidos a rigor, com roupa desportiva e toda fashion. Claro que o Green Street retrata o tema de melhor forma, mas com este The Firm também se passa bons momentos. Finalmente que estes tempos já passaram e que agora a violência está afastada do desporto. Sim, porque o que se vê hoje em dia não é nada, e só quem lá anda é que percebe que é tudo estrategicamente extrapolado para vender papel e para colar às pessoas à caixa.
O filme é contado através dos olhos de Dom, que olha para Bex (líder do gang) como um herói e quer ser igual a ele. Faz-se membro claro, e depois a história desenrola-se a partir dessa premissa. É o desenvolvimento habitual mas vale a pena ver.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Midnight in Paris (2011), por Bruno

midnight-in-paris
“O síndrome da Era de Ouro”. O constante descontentamento com o presente. A fulgurante agonia de percorrer os caminhos errados. O desgosto de ter nascido demasiado tarde.
Woody Allen, um dos meus realizadores preferidos, constrói uma obra apaixonada e, de certa forma, doida, num bom sentido. Foi um deleite observar esta obra que conjuga com uma óptima harmonia a intelectualidade dos anos 20, o materialismo do nosso tempo, a nostalgia e, claro, a belíssima cidade de Paris, de dia e noite.
Woody Allen deliciou-nos com outra cidade que nunca dorme.
nota 9[5]

sábado, 3 de dezembro de 2011

American Beauty (1999)


american beauty

“My name is Lester Burnham. This is my neighborhood; this is my street; this is my life. I am 42 years old; in less than a year I will be dead. Of course I don't know that yet, and in a way, I am dead already.”

Os Estados Unidos da América são o local mais desejado, por muitos, para viver. Aliás, os E.U.A. já apresentam uma fórmula do american dream que se vende em diversas áreas, incluindo o cinema Hollywood. Tal acontece que esta tão perfeita utopia de vida suburbana com todos os luxos materiais desejados e sua crítica são, de facto, o mote para a criação desta obra.
Sam Mendes, juntamente com o sarcástico e genial argumento de Alan Ball criticam aquilo que nesta utopia aparenta ser e não é. Critica, principalmente, a ilusão da perfeição e normalidade quando é tudo menos isso.
E todas estas críticas são focadas numa particular família onde tudo é o contrário de perfeito. E nessa família com particular interesse na formidável personagem de Kevin Spacey que tenta (e consegue) demonstrar toda a apatia, descrença, desilusão e imperfeição que abunda naquelas ruas dos subúrbios.


The Curious Case of Benjamin Button (2008)

 

The Curious Case of Benjamin Button

“My name is Benjamin Button, and I was born under unusual circumstances. While everyone else was agin', I was gettin' younger... all alone.”

 

David Fincher é, a meu ver, um dos melhores cineastas destes últimos anos. Obras como The Game e Se7en ditaram um início de carreira fascinante e talentoso. E obras como Fight Club mostraram a genialidade de Fincher.

Assim, The curious case of Benjamin Button mostra-nos mais uma parceria entre Fincher e Brad Pitt e, mais uma vez, uma louvável obra. Tão louvável que só não ganhou o Óscar pois a Academia gosta de propagandear a sua imagem de diversidade e atribui o tão cobiçado galardão a uma fita, permitam a expressão, bollywoodesca.

Mas embora o prémio não tenha sido atribuído, a qualidade da fita nunca foi questionada. Daí que, Eric Roth tenha adaptado para argumento esta extraordinária fábula escrita por F. Scott Fitzgerald onde se questiona como seria a vida vivida ao contrário e que efeitos teriam no quotidiano dessa pessoa. De facto, a “desculpa” de a vida andar ao contrário apenas serve, a meu ver, para analisar minuciosamente a vida de uma pessoa de forma a antever o seu próximo passo na evolução como um ser humano.

Mais uma vez Fincher não me desilude. Antes pelo contrário, David Fincher compõe uma complexa obra recheada de talento onde o produto final apresenta-se como mais do que apenas outro filme de Fincher.

nota 8[5]