Para quem, como eu, nunca viu, tem agora uma excelente oportunidade.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Lost
Só para avisar que vai começar a dar Lost no canal Mov, amanhã ás 15h.
Para quem, como eu, nunca viu, tem agora uma excelente oportunidade.
Para quem, como eu, nunca viu, tem agora uma excelente oportunidade.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Limitless (2011)
Bom filme este Limitless. Protagonizado por Bradley Cooper, conta a história de uma droga que tem efeitos explosivos nas capacidades do cérebro humano. Bradley é o típico escritor em decadência, que já não consegue ser publicado e que é abandonado pela namorada. Até que se depara com a possibilidade de tudo isso mudar. Mas como qualquer outra droga, há problemas adjacentes.
Boa fotografia, ritmo frenético, ecrã dominado por Cooper, numa grande prestação. Gostei.
Boa fotografia, ritmo frenético, ecrã dominado por Cooper, numa grande prestação. Gostei.
domingo, 29 de janeiro de 2012
The Human Centipede (2009, 2011)
Horroroso. Principalmente o segundo. O mais nojento que já vi. O primeiro é mais técnico, inclui as explicações científicas de como funciona a cirurgia e tem mais diálogo entre as personagens. Mas o segundo é espectacular, tem cada cena mais explícita que a certo ponto apetece parar de ver. Até está a preto e branco... Mas consegui ir até ao fim, e vale bem a pena.
Penso que toda a gente sabe do que se trata, mas cá vai uma pequena sinopse: um médico rapta pessoas para criar uma "coisa", uma centopeia humana. Das pequenas. Só com 3 unidades. Faz lá as operações necessárias e o derradeiro objectivo é fazer funcionar o "sistema digestivo". Isto o primeiro. A segunda parte, filmada agora em 2011, começa com um segurança nocturno a ver o filme de 2009 no PC. Fica tão fascinado que decide imitar o médico. Aproveita as pessoas que vão lá estacionar o carro e leva-as para o "consultório". A história desenrola-se a partir daí. Mas o que torna este melhor do que o outro, além que é violentamente explícito, é a personagem principal, Laurence Harvey. É deficiente. Anão. Obeso. Foi abusado pelo pai. E não profere uma única palavra o filme todo.
Demais!
Quanto a nota, não tenho a mínima ideia do que atribuir.
PS: Ontem fizemos um ano de actividade blogueira! Nem sempre estive muito presente mas garanto que vai mudar.
Penso que toda a gente sabe do que se trata, mas cá vai uma pequena sinopse: um médico rapta pessoas para criar uma "coisa", uma centopeia humana. Das pequenas. Só com 3 unidades. Faz lá as operações necessárias e o derradeiro objectivo é fazer funcionar o "sistema digestivo". Isto o primeiro. A segunda parte, filmada agora em 2011, começa com um segurança nocturno a ver o filme de 2009 no PC. Fica tão fascinado que decide imitar o médico. Aproveita as pessoas que vão lá estacionar o carro e leva-as para o "consultório". A história desenrola-se a partir daí. Mas o que torna este melhor do que o outro, além que é violentamente explícito, é a personagem principal, Laurence Harvey. É deficiente. Anão. Obeso. Foi abusado pelo pai. E não profere uma única palavra o filme todo.
Demais!
Quanto a nota, não tenho a mínima ideia do que atribuir.
PS: Ontem fizemos um ano de actividade blogueira! Nem sempre estive muito presente mas garanto que vai mudar.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Frank and Hal's Stuff - 1 ano
Já ando na blogosfera há quase 3 anos. No entanto, por falta de tempo e inspiração, andei parado uns tempos. Mas, graças ao Ricardo, meu amigo e companheiro de blogue, aceitei embarcar nesta nova aventura e, pois bem, com altos e baixo, esta aventura chega a 1 ano.
Se por um lado este blogue me fez retornar às minhas raízes e paixões, por outro, ajudou-me a mim e, certamente, também ao Ricardo, a descobrir novas formas de expressão do tão apreciado conceito aberto que é a arte. Embora com especial atenção sobre a televisão e o Cinema.
Assim, Frank and Hal's stuff, denominado de forma a representar o famoso computador super-avançado, Hal 9000, da obra-prima mais questionada de Stanley Kubrick: 2001: A Space Odyssey e a famosa criatura chamada Frank de uma das minhas obras preferidas, Donnie Darko. Ambas personagens representam o valor inquestionável do Cinema para mim assim como as diversas expressões que este pode ter.
Sem mais nada a dizer, agradeço ao Ricardo por me ter convidado a juntar nesta aventura que espero que evolua, ensine e que dure. Que dure para que nunca nenhum de nós se esqueça do valor intrínseco que a arte oferece e une.
Se por um lado este blogue me fez retornar às minhas raízes e paixões, por outro, ajudou-me a mim e, certamente, também ao Ricardo, a descobrir novas formas de expressão do tão apreciado conceito aberto que é a arte. Embora com especial atenção sobre a televisão e o Cinema.
Assim, Frank and Hal's stuff, denominado de forma a representar o famoso computador super-avançado, Hal 9000, da obra-prima mais questionada de Stanley Kubrick: 2001: A Space Odyssey e a famosa criatura chamada Frank de uma das minhas obras preferidas, Donnie Darko. Ambas personagens representam o valor inquestionável do Cinema para mim assim como as diversas expressões que este pode ter.
Sem mais nada a dizer, agradeço ao Ricardo por me ter convidado a juntar nesta aventura que espero que evolua, ensine e que dure. Que dure para que nunca nenhum de nós se esqueça do valor intrínseco que a arte oferece e une.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
The Event (2010)
The Event é uma série muito criticada. É bem de ver porquê. Para começar foi logo cancelada a meio. Depois é uma série com clichés a mais. Tudo o que é prevísivel acontecer numa teia de conspirações está em The Event. Não falham um. Depois o enredo leva-nos a dar voltas e voltas sem contar quase nada. O tradicional eles contra nós está presente claro; desta vez é uma raça alien que está implantada na Terra há dezenas de anos, são semelhantes a nós, têm ambições de poder e conseguem destruir tudo o que lhes apetecer. Muita acção, raparigas bonitas, explosões e aí está, uma série cancelada.
Olhem, se não viram ainda não vejam. Não ganham nada em ver.
Olhem, se não viram ainda não vejam. Não ganham nada em ver.
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