sábado, 11 de fevereiro de 2012
Misfits (2009-...)
Não sei se alguém já vê esta série, mas está aqui uma pérola de ficção científica britânica. A sério, não percam, Axn Black, aos domingos à noite. O primeiro episódio então é fenomenal!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
RocknRolla (2008)
Tirando o género das sequelas, acho que nunca vi um filme tão semelhante a outro como este RocknRolla e Snatch. Está bem que o realizador é o mesmo (Guy Ritchie) mas escusava de serem tão iguais. Histórias paralelas, passadas em Londres, sotaques acentuados, ritmo frenético, crime, corrupção, actores conhecidos (Butler, Thandie Newton, Mark Strong, Tom Hardy, Jeremy Piven). Todas estas características estão presentes nos dois filmes!
Não deixa de ser um bom filme, sem dúvida, mas assim pôs-se a jeito para ficar a perder na comparação. Quem ainda não tiver visto os dois, veja este primeiro que lhe vai dar muito mais valor.
Não deixa de ser um bom filme, sem dúvida, mas assim pôs-se a jeito para ficar a perder na comparação. Quem ainda não tiver visto os dois, veja este primeiro que lhe vai dar muito mais valor.
Jackie Brown (1997), por Bruno
Com Django Unchained a dar que falar, Jackie Brown era o único filme do cineasta que ainda não tinha visto. Ao situar este filme na carreira do realizador, Jackie Brown é lançado em 1997 após os sucessos de 1992 e 1994, Reservoir Dogs e Pulp Fiction, respectivamente. E ao colocar Jackie Brown após estes dois filmes, é perfeitamente compreensível a fasquia imposta nesta obra.
Mas Jackie Brown só poderia ter sido realizado por Quentin Tarantino. As cores, os diálogos, o storytelling, a violência, enfim, toda a sua atmosfera é de um filme à lá Tarantino.
Apesar de estarem dispostos todos os ingredientes de um filme Tarantinesco, Jackie Brown apresenta-se como uma obra menor na filmografia do realizador. De certa forma, desilude mais pelas expectativas impostas do que, a meu ver, pelo que este filme também não resulta - o propósito da história. Qual é mesmo?
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Terra Nova (2011)
Já li várias críticas à série, algumas por tudo e por nada, sem sentido nenhum, mas olhem, eu cá gostei. Aceito que no início teve alguns episódios quase monótonos, que por vezes tinha alguns clichés e enredos para um "público infantil" mas também tem bons actores, tem cenários pré-históricos, tem um cenário futurístico bem montado, tem uma história com vários pontos de interesse (sim, mais para o fim da temporada, eu sei) e aquela ideia de sobrevivência que gosto bastante.
Tem o Spielberg lá metido, tem actores como Christine Adams, Shelley Cone e principalmente Stephen Lang e Jason O'Mara.
Para quem não sabe, a série começa no ano 2149, num planeta ecologicamente destruído e a solução é voltar atrás no tempo, para a era dos dinossauros. Montam lá a barraca e começam uma nova civilização.
Quanto à renovação para a segunda temporada, é improvável mas pode acontecer. Pelo que li não teve audiências suficientes para o elevado custo de produção, mas a decisão está para sair brevemente.
Tem o Spielberg lá metido, tem actores como Christine Adams, Shelley Cone e principalmente Stephen Lang e Jason O'Mara.
Para quem não sabe, a série começa no ano 2149, num planeta ecologicamente destruído e a solução é voltar atrás no tempo, para a era dos dinossauros. Montam lá a barraca e começam uma nova civilização.
Quanto à renovação para a segunda temporada, é improvável mas pode acontecer. Pelo que li não teve audiências suficientes para o elevado custo de produção, mas a decisão está para sair brevemente.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Shadows and Fog (1991)
Woody Allen é um mais activos realizadores contemporâneos. A sua longa e variada filmografia ditam isso mesmo. E apesar do seu circuito mais comercial e aclamado pela crítica, Woody apresenta algumas obras que, de certa forma, se apresentam outsiders na sua filmografia, fugindo aos parâmetros comuns utilizados pelo realizador.
Desta forma, Shadows and Fog permanece nessa categoria. Esta obra além de fugir aos típicos dramas amorosos em NY, apresenta uma cidade anónima onde tem um serial killer que ataca pelas sombras nas noites de escuridão e nevoeiro. Assim, a personagem de Woody vê-se envolvida num plano, embora sem saber a sua função, para caçar o serial killer. Pelo meio, desde palhaços a um bordel, o filme tem de tudo.
Portanto, Woody Allen além de fugir às cidades emblemáticas, como de costume, foge também à cor. Filmado a preto e branco, aprecia-se a beleza estética com simplicidade e contorno que só apenas estas duas cores conseguiriam dar. E apesar de ser uma espécie de policial, a comédia está lá. Aliás, atrevo-me a dizer que este é um dos argumentos mais grandioso que alguma vez escreveu.
Assim, Shadows and Fog permanece como uma boa obra que reúne um bom leque de actores com um argumento espantoso (com as típicas decisões morais) e com uma beleza estética espantosa. E a ironia está em este ter sido um dos filmes menos rentável e um dos mais caros a produzir.
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