BeRuby

Embaixadores

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Kill Bill - vol. 1 (2003)

Sinceramente não achei nada de especial. Considero este filme uma homenagem de Tarantino aos filmes japoneses, aos Comic Books e a Matrix (parte da luta, das vestimentas e de alguns movimentos), ou seja, não gosto lá muito destes três vectores, daí não ter apreciado o filme.
Mas vamos lá ver como está o segundo.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Estado do Cinema

Leiam aqui esta notícia do Jornal Sol.

http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=77593

Uma nota de realce regional: para quem mora em Ovar, como eu, ou em São João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Estarreja ou Espinho, não há um único cinema que não seja Porto/Gaia ou Aveiro. São 300 mil pessoas que tem o cinema a meia centena de quilómetros de distância.

Filmes medíocres, preços altos e em mais pequena escala o aumento da qualidade/quantidade/preponderância das séries são os motivos que encontro para esta situação.

Eu admito, com pena, que já não vou ao cinema desde o verão passado. E continuo sem ver um filme em 3D.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Apocalypse Now (1979)

Vi a versão Redux do início do século e é, a par do Lord of the Rings, o filme mais longo que já vi.
É um filme difícil de falar, tem uma aura mágica, de destruição massiva e reflexões profundas, de inutilidade de ideais e de loucuras permitidas.
A guerra que a América perdeu no Vietname deu muito que falar, pelos vinte anos que durou, pelas mortes que teve, pelas imagens de violência gratuita, pela pobreza do palco e pelas armas usadas (napalm..).
Aqui vemos a subida mítica e perigosa do rio por uma equipa chefiado pelo capitão interpretado por Martin Sheen, com o objectivo secreto de eliminar um coronel americano (Marlon Brando), louco e arrependido, que está como um Deus, já no Cambodja.
A viagem e os que elês experienciam, só visto no filme, não há palavras.

sábado, 29 de junho de 2013

A Clockwork Orange (1971)

Clássico da autoria de Kubrick, Clockword Orange é um filme que debate a moralidade acima de tudo. É aceitável preservar o bem da sociedade a troco de tirar o livre-arbítrio a membros dessa mesma sociedade? É a questão que o filme deixa.
Por esse debate, pela performance de McDowell, pela filmagem, pela banda sonora, pela violência abusiva e gratuita, Clockwork Orange, baseado num livro de Burgess, é um grande filme.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Extras (2005-2007)

12 episódios mais o filme final de Natal de boa comédia, com bons actores, com cenas non-sense, com humildes participações de actores que gozam com as suas próprias carreiras e com estereótipos e com situações provavelmente muito frequentes no triste "show-biz".
A última cena é o simbolo da decadente sociedade de hoje!