BeRuby

Embaixadores

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Into The Wild (2007)

Grande grande filme. Prestação imensa de Emily Hirsch e, mesmo com pouca visibilidade, os outros actores conseguem estar em bom plano. História verídica, não muito distante no tempo, conta-nos a vida adulta de Christopher McCandless, um rapaz acabado de se formar que decide deixar tudo para trás (incluindo a identidade) e partir numa viagem pela natureza. Abandona 24 mil dolares, a irmã confidente, os pais e faz-se à estrada. Não há melhor palavra para descrever este filme do que a inglesa "journey". De descoberta, de revelações, de amores, de aventuras, de conhecimento.

Eu entendo a vontade que ele tinha em abandonar tudo e experimentar a vida selvagem; no fundo foi assim que nascemos e a natureza vai cá continuar depois dos humanos; além disso os pais, como se vê mais tarde, puseram-se a jeito do filho fazer o que fez; mas deixar assim toda a gente sem notícias é cruel. E realço que mesmo querendo viver na "selva", ele acabou por ficar num colchão, com forno e abrigado do tempo. Por muito que queiramos alterar a nossa forma de viver, o meio em que crescemos vai sempre levar a melhor.

Grandes paisagens, boa banda sonora, citações que ficam no ouvido num drama de grande qualidade.

"Happiness' only real when shared"

sábado, 21 de setembro de 2013

Looper (2012)

Só quando fui à net no final do filme é que percebi que o Joe é Gordon Levitt. A princípio parecia ele, mas depois fiquei com a ideia que não era realmente ele. Prémio para a maquilhagem ou mesmo efeitos especiais que tornaram isso possível.
O filme está bem montado, embora seja sempre difícil o conceito das viagens no tempo, com incongruências e aspectos difíceis de explicar.
Mas a fotografia tem qualidade, os actores estão a bom nível e a história é suficientemente boa para tornar este Looper um bom filme; provavelmente a rever até.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Pulp Fiction (1994)

Filme conhecidíssimo de Tarantino, galardoado com o Óscar de Melhor Argumento e nomeado para Melhor Filme, Melhor Realizador e melhor actor para Travolta, Thurman e Samuel L Jackson.
Ora eu acho que é um grande exagero tudo isto. Um filme com várias histórias paralelas, em que cada actor faz apenas uma pequena parte tem logo um handicap para nomeações de melhor actor(iz), devido ao tempo que aparace no ecrã. Uma Thurman aparece pouquíssimo tempo no filme, por exemplo. E mesmo o filme em si não achei nada de mais. Acredito que provavelmente a minha opinião vai alterar-se quando rever o filme, mas com um visionamente acho o filme over rated.

Tem bastante simbolismo, tem ligações entre as personagens, tem saltos temporais e tem diálogos compridos, sim. Mas na minha opinião isto são características e não elogios.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Breakfast at Tiffany's (1961)

Clássico de 1961, que esteve para ser interpretado por Marylin Monroe e que acabou por ser para Hepburn. E que grande performance ela nos dá aqui, embora sem o Óscar para que esteve nomeada.
Hepburn é uma mistura de call girl, actriz wanna be, socialite; com um apartamento desarrumado em New York e com um vizinho charmoso mas sem sucesso profissional.
O filme tem as mais-valias dos clássicos antigos e isso chega para ser um bom filme, embora talvez a história pudesse ser melhor aproveitada.
Mas acaba por ser um romance bem elaborado, numa luta entre o amor e o dinheiro.

Baseado numa história de Truman Capote.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Estado do Cinema (3)

Na continuação dos dois posts anteriores sobre este tema, venho informar o que se gasta por ir ao cinema, para quem mora em Ovar ou concelhos limítrofes.

Gasolina + portagens + bilhetes (m.ticket da vodafone são mais baratos) + refeição muito ligeira no mcdonalds: 25€ para 2 pessoas

As conclusões são fáceis de tirar.