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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Antiviral, do novo Cronenberg

Do filho de David Cronenberg, Antiviral parece levar Brandon a enveredar pelos caminhos do pai no terror venéreo/corporal. Ainda sem estreia em Portugal, parece interessante. E é caso para dizer que se volta ao antigo Cronenberg por um novo Cronenberg.


(clicar na imagem para ver o trailer)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

The Dark Knight Rises (2012)


The Dark Knight Rises, para mim, era o filme do ano. Sim, já tivemos Moneyball, Cosmopolis e até mesmo The Artist e sei que ainda falta The Hobbit e The Master, mas o último capítulo da saga reinventada por Nolan, apesar da certeza que não seria o melhor do ano, iria ser "o" filme do ano.

Christopher Nolan, notável realizador a meu ver, ao longo dos anos, tem criado obras a roçar a genialidade e a saga de Batman, embora tenha recaído sobre este, improvável escolha, Nolan cumpriu todos os requisitos. 

Deste modo, sabia que, após The Dark Knight, seria improvável o último capítulo conseguir superá-lo. No entanto, Bane, foi uma escolha mais que acertada. E apesar da voz demasiado aguda e demasiado incompreensível, Tom Hardy personifica um vilão idealístico quase comparável ao (grande) Joker do Heath Ledger. Não é no vilão que falha, portanto. E também não é em Christian Bale, nem em Michael Caine (notável interpretação) nem em Marion Cottilard ou em Anne Hathaway (que tudo fez em personificar uma pouco profunda e desenvolvida Catwoman). 

Sendo assim, penso que a falha está no argumento. Desorganizado de certa forma, perde-se em demasiadas explicações ao passado dos vilões e escassa em desenvolver a história de algumas personagens (nomeadamente, Catwoman) assim como enxuvalha histórias paralelas numa montagem confusa e um pouco apressada...

Mas também há muito de bom em The Dark Knight Rises. A banda-sonora bastante mais oportuna e silenciosa em alturas certas (fora os erros de montagem) assim como um grande ideal, por parte do vilão, oportuno e propositado nos tempos de hoje.

Portanto, nem sei muito o que pensar sobre este último capítulo que, apesar de acabar quase da melhor forma possível, merecia uma extended version a incluir mais uns belos 60 minutos. Acho que, de certa forma, não soube a tudo. Não é nulo, como muitos apelidam mas é mais um copo meio-vazio do que meio-cheio. De certa forma, o Cavaleiro das Trevas não se ergueu...



domingo, 6 de maio de 2012

The Avengers (2012)



Já sem a preocupação do falhanço desta obra devido às grandiosas críticas que tecem elogios a esta obra assim como uma (exagerada) classificação que ronda as 9 estrelas em 10 possíveis na classificação do IMDB, restava apenas, de facto, ver esta obra.

Portanto, assim o aconteceu. Avançando já para a crítica e, desta forma, saltando a história mais do que sabida, gostei. Não achei uma obra-prima ou algo de surpreendente (talvez, apenas nos efeitos-especiais) e nem me deixou boquiaberto mas gostei.

Desta forma, a tarefa que parecia difícil, por factores financeiros e coesivos historicamente, foi, de facto, bem sucedida. A história sem nada deslumbrar, tem alguns pontos de interesse que sem desvendar muito sobre as personagens, oferece um bom móbil para Loki, de facto, querer governar o nosso planeta assim como descobre-se alguns dos segredos por detrás de S.H.I.E.L.D.. 

Por outro lado, o elenco foi bem escolhido (talvez Chris Evans não deveria ser o Capitão America devido ao seu papel de Tocha Humana no Quarteto Fantástico mas interpreta bem o herói da nação) com especial interesse, a meu ver, por Robert Downey Jr. mas, mesmo assim, foi bem repartido o papel do protagonismo por todas as personagens assim como conseguiu alguns diálogos sarcásticos e bem conseguidos que fomentam o lado mais humano dos heróis.

Assim, The Avengers constrói sequências de acção deslumbrantes (vi em 3D mas mesmo em apenas Digital não retiram o encanto) com cooperações espectaculares e com demonstrações dos poderes brilhantes!

Por fim, Josse Whedon foi uma escolha, acho eu, acertada. Sem inovar muito, conseguiu o filme que o público queria (com o patriotismo americano sempre implícito) mostrando-se como uma das obras máximas de entretenimento deste ano mas sem muito mais que isso.



Nota final: Obrigado pelo 3D que ajudou a observar bem a Scarlett nas suas licras e, mais uma vez, um cameo de Stan Lee para deliciar os fãs!


  



sexta-feira, 4 de maio de 2012

The Master e as expectativas



"A 1950s-set drama centered on the relationship between a charismatic intellectual known as "the Master" whose faith-based organization begins to catch on in America, and a young drifter who becomes his right-hand man."


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Scenes from the Suburbs (2011)



Scenes from the Suburbs é uma curta-metragem realizada por Spike Jonze que serve, não para enaltecer o talento do realizador, mas para apresentar o álbum The Suburbs da famosa banda canadiana, Arcade Fire.

Deste modo,Scenes from the Suburbs retrata, literalmente, o título da curta. Retrata, com maior rigor o poder da música e da imagem onde a história se revela simples e que persegue um grupo de amigos, residente nos subúrbios, juntamente com a mudança de carácter de um desses membros aliado ao medo vivido pela Guerra do Golfo.

Assim, Scenes from the Suburbs, revela-se mais completa na amostra do poder do álbum assim como esse poder musical consegue-se aliar à imagem e criar algo que mais parece uma compilação de imagens e sons nostálgicos (e é sublime neste sentido) do que uma história.


sexta-feira, 23 de março de 2012

Road to Perdition (2002)


 Sam Mendes não é um realizador distinto. A sua filmografia tem poucos elos em comum e a sua realização é pacífica e calma. No entanto, todos os seus filmes são bons. Não são obras-primas, excluindo, obviamente, a meu ver, American Beauty, mas são obras regulares, com relevância e com um propósito.

 Deste modo, enquanto que American Beauty satirizava os subúrbios americanos e, desta forma, todos os seus estereótipos e falsidades, Jarhead tinha um cariz mais político que retrata a guerra como poucas obras deste século o fizeram. Por outro lado, temos Road to Perdition.

 Assim, sem destacar (mas também sem menosprezar) qualquer categoria técnica, que se apresentam sóbrias e regulares, o destaque do filme vai mesmo para o argumento. Não pelo que vemos, mas pelo que retiramos.

 Portanto, Road to Perdition apresenta-se mais do que uma história sobre gangues, dando relevância aos valores morais e humanos que nos unem e nos afastam.




sábado, 17 de março de 2012

Abe Lincoln e o Óscar

Meryl Streep e Daniel Day-Lewis são dois actores muito conhecidos pela Academia americana. Se por um lado, Streep, que faz quase todos os anos um filme, Daniel Day-Lewis, pondera os seus papéis e, raramente, actua num filme e, num espaço curto de tempo, volta aos ecrãs. 

Por sua vez, até à última cerimónia dos Óscares, ambos já tinham arrecadado 2 das tão célebres e aclamadas estatuetas douradas (Meryl arrecadou o terceiro nesta última cerimónia).

Tudo isto porque, se bem me lembro, antes do tão aclamado filme que ofereceu o Óscar a Meryl, The Iron Lady, o hype começou a tornar-se relevante quando a imagem de Margaret Thatcher, personagem que Street protagonizava, começou a circular na internet sem que se tivesse oferecido mais dados em relação ao filme (1ª imagem).

Assim, nos últimos dias, tem surgido em diversos sites, imagens captadas de Daniel Day-Lewis caracterizado de Abraham Lincoln no mais recente filme de Steven Spielberg intitulado Lincoln e que está previsto estrear no final do ano. Será caso para dizer, venha daí o Óscar? (2ª imagem)







quinta-feira, 15 de março de 2012

Wes Anderson, "Moonrise Kingdom" e Cannes.



Wes Anderson é um dos realizadores mais criativos da actualidade. O seu non-sense aliado a uma visão irónica e ímpar, faz dos seus filmes autênticas obras de comédia sem ter, de facto, humor explícito.

Entretanto, em todo o Mundo, Wes Anderson já deu que falar e agora é a vez do seu mais recente filme, Moonrise Kingdom (Clique para ver o trailer), com um trailer curioso e cómico, ter a honra de ser o filme de abertura de um dos mais conceituados festivais de cinema, o de Cannes.

sábado, 10 de março de 2012

Bellflower (2011)



 No âmbito do Fantasporto, por muitos considerado o maior festival de Cinema português, fui ao Rivoli ver Bellflower de Evan Godell.

 Infelizmente, este ano apenas consegui lá ir duas vezes e apenas uma para ver um filme. Esperemos que, para o próximo ano, o festival tenha em conta os meus testes e me deixe lá ir todos os dias.

 Assim, como maior parte dos filmes do Fantasporto, é um desconhecido no circuito comercial. Todavia, as expectativas depositadas neste filme eram enormes visto ter sido apelidado, por muitos, como o filme independente do ano.

 Portanto, Bellflower segue a vida de dois jovens adultos e das suas aventuras e peripécias na Bellflower Av. enquanto se preparam para um ambiente apocalíptico, através da construção de um lança-chamas entre outras armas, e se envolvem com a comunidade local. 

 Desta forma, Bellflower pega num argumento delirante com uma narrativa interessante que se desvanece em prol da realização distinta e efusiva de Godell que nos transmite uma alucinante aventura a par de uma fotografia deslumbrante e com uma banda-sonora a fazer jus a todo o resto.

 E, deste modo, Bellflower, ao mesmo tempo que transmite uma viagem alucinante com diversos aspectos técnicos a roçar a perfeição num estilo vintage único, consegue, igualmente ,espreitar alguns pontos filosóficos e importantes que deambulam nas mentes dos jovens adultos. 


terça-feira, 6 de março de 2012

A genialidade dos Simpsons (ou do Matt Groening)



Apesar da famosa série dos bonecos amarelos de 4 dedos já não ter a qualidade de antigamente, existem ainda momentos de grande genialidade.

 Esta semana, o sucesso foi para a intro dos Simpsons que se inspirou na famosa série Game of Thrones. Desta maneira, uma das minhas adaptações preferidas vai para o episódio dedicado a reproduzir a famosa obra de terror de Stanley Kubrick, The Shining.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

And the Oscar goes to... (the one who likes Hollywood)



Como todos sabem, este Domingo à noite ocorreu a 84ª edição anual dos prémios da Academia ou, como todos dizem, os Óscares. Estes, apesar de não serem os que maior premeiam o talento, são, certamente, os prémios com mais glamour e mais relevantes em Hollywood.

 Por isso, não vou dizer os vencedores dos Óscares pois isso todos nós já sabemos. Por outro lado, vou dizer o que achei da cerimónia em si.

 Assim, os Óscares foram, mais uma vez, atribuídos a quem mais retrata e enaltece o valor dos Estados Unidos da América e, por sua vez, quem mais enaltece o valor de Hollywood. Desta forma, The Artist é um filme mudo realizado e interpretado por franceses mas era o único nos nomeados totalmente filmado em Los Angeles. Daí que o tão desejado prémio tenha ido para eles.

 Por outro lado, no meio dos discursos com a pronúncia irritante francesa visto ser The Artist a levar os galardões, existiram alguns discursos que fugiram ao timeline imposto pela Academia (já nem um discurso decente pode ser dado com calma e emoção!), nomeadamente o de Meryl Streep (que pareceu ser a única que não sabia que era ela que levava o Óscar para casa!), que, como disse, devia ser a última vez que pousava aquele palco como vencedora. Enfim, uma vitória justa para a maior promotora dos Óscares (sempre que faz um filme, nós lembramo-nos que vão haver os Óscares!).

 Dito isto, realçar Hugo que, para Scorsese não sair de mãos a abanar (ele já está habituado (infelizmente)), arrecada alguns prémios na parte técnica. Num mesmo panorama de derrotado, sai The Descendents e Moneyball.

 Finalmente, apenas dizer que, apesar de nunca ter ganho, Stephen Daldry tem todos os seus filmes nomeados para os Óscares. Uma rara proeza que, mesmo ao sair derrotado, anima qualquer um. Assim como a irreverência de Woody ao, mais uma vez, não aparecer para recolher os louros (talvez tenha tido algum concerto num bar).

 E, como não me podia esquecer, falar de Billy Crystal que teve alguns momentos hilariantes numa cerimónia que o maior defeito a realçar é a má escolha dos vencedores.




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Jackie Brown (1997), por Bruno


Com Django Unchained a dar que falar, Jackie Brown era o único filme do cineasta que ainda não tinha visto. Ao situar este filme na carreira do realizador, Jackie Brown é lançado em 1997 após os sucessos de 1992 e 1994, Reservoir Dogs e Pulp Fiction, respectivamente. E ao colocar Jackie Brown após estes dois filmes, é perfeitamente compreensível a fasquia imposta nesta obra.

Mas Jackie Brown só poderia ter sido realizado por Quentin Tarantino. As cores, os diálogos, o storytelling, a violência, enfim, toda a sua atmosfera é de um filme à lá Tarantino.

Apesar de estarem dispostos todos os ingredientes de um filme Tarantinesco, Jackie Brown apresenta-se como uma obra menor na filmografia do realizador. De certa forma, desilude mais pelas expectativas impostas do que, a meu ver, pelo que este filme também não resulta - o propósito da história. Qual é mesmo?


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Shadows and Fog (1991)



Woody Allen é um mais activos realizadores contemporâneos. A sua longa e variada filmografia ditam isso mesmo. E apesar do seu circuito mais comercial e aclamado pela crítica, Woody apresenta algumas obras que, de certa forma, se apresentam outsiders na sua filmografia, fugindo aos parâmetros comuns utilizados pelo realizador.

Desta forma, Shadows and Fog permanece nessa categoria. Esta obra além de fugir aos típicos dramas amorosos em NY, apresenta uma cidade anónima onde tem um serial killer que ataca pelas sombras nas noites de escuridão e nevoeiro. Assim, a personagem de Woody vê-se envolvida num plano, embora sem saber a sua função, para caçar o serial killer. Pelo meio, desde palhaços a um bordel, o filme tem de tudo.

Portanto, Woody Allen além de fugir às cidades emblemáticas, como de costume, foge também à cor. Filmado a preto e branco, aprecia-se a beleza estética com simplicidade e contorno que só apenas estas duas cores conseguiriam dar. E apesar de ser uma espécie de policial, a comédia está lá. Aliás, atrevo-me a dizer que este é um dos argumentos mais grandioso que alguma vez escreveu.

Assim, Shadows and Fog permanece como uma boa obra que reúne um bom leque de actores com um argumento espantoso (com as típicas decisões morais) e com uma beleza estética espantosa. E a ironia está em este ter sido um dos filmes menos rentável e um dos mais caros a produzir.





sábado, 28 de janeiro de 2012

Frank and Hal's Stuff - 1 ano

Já ando na blogosfera há quase 3 anos. No entanto, por falta de tempo e inspiração, andei parado uns tempos. Mas, graças ao Ricardo, meu amigo e companheiro de blogue, aceitei embarcar nesta nova aventura e, pois bem, com altos e baixo, esta aventura chega a 1 ano.
Se por um lado este blogue me fez retornar às minhas raízes e paixões, por outro, ajudou-me a mim e, certamente, também ao Ricardo, a descobrir novas formas de expressão do tão apreciado conceito aberto que  é a arte. Embora com especial atenção sobre a televisão e o Cinema.

Assim, Frank and Hal's stuff, denominado de forma a representar o famoso computador super-avançado, Hal 9000, da obra-prima mais questionada de Stanley Kubrick: 2001: A Space Odyssey e a famosa criatura chamada Frank de uma das minhas obras preferidas, Donnie Darko. Ambas personagens representam o valor inquestionável do Cinema para mim assim como as diversas expressões que este pode ter.

Sem mais nada a dizer, agradeço ao Ricardo por me ter convidado a juntar nesta aventura que espero que evolua, ensine e que dure. Que dure para que nunca nenhum de nós se esqueça do valor intrínseco que a arte oferece e une.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Inception (2010)



Christopher Nolan é um mestre a dominar a mente humana. Por raras excepções não o tratou nos seus filmes.

Deste modo, é um dos meus realizadores preferidos. Além do mais, é um realizador/argumentista que domina a sétima arte ao mesmo tempo que domina o mundo financeiro.

Inception é mais uma prova do seu sucesso. Sem ser o melhor da sua carreira, A Origem destaca-se pela originalidade de ideias e pela profundidade destas mesmas. Ao criar este filme criou diversos paradigmas que serão estudados e servirão de inspiração para obras futuras. Apenas por estes aspectos referidos, Inception já teria valido a pena ser feito. Mas não é apenas isto.

Além de tudo resultar brilhante coordenação, o filme reúne, além da aclamada realização e o  pioneiro argumento, um leque de actores com imenso talento a par da costuma genialidade sonora de Hans Zimmer.
Enfim, Inception resulta num projecto com imensa qualidade sem nunca perder o dom de agradar os fãs mais mainstream e resultando no projecto bem sucedido financeiramente para as produtoras bem como uma obra de qualidade para os mais exigentes cinéfilos.


sábado, 14 de janeiro de 2012

Expectativas cinematográfica para 2012 (1/3)


2012 parece ser um bom ano cinematográfico. Se por um lado teremos vários spin-offs, rip-offs e remakes, por outro, vão chegar bons filmes (mainstream) de adaptações de banda-desenhada assim como o regresso de vários realizadores e actores ao grande ecrã com, ao que parece, grandes filmes.


Moneyball

O ano começa em grande com Moneyball.  Realizado por Bennett Miller, é um dos favoritos na corrida aos Óscares seja pela história ou pelo elenco que inclui Brad Pitt. A verdade é que o trailer prometeu imenso e nós cá estaremos para ver se equipara as expectativas.

Millenium 1

Depois do bom filme sueco adaptado da obra de Stieg Larsson, a verdade é que acho que este remake é escusado, embora vá render aos estúdios, digo eu, o quíntuplo do que rendeu o filme sueco . Portanto, a única razão pelo o qual verei (se o vir) será pelo nome que está escrito na direcção: David Fincher.

J. Edgar

Clint Eastwood não abranda e regressa este ano para mais uma obra com base em estudos verídicos e políticos.
Assim, de J. Edgar todos esperam que Eastwood apague a mancha deixada por Hereafter e que DiCaprio continue na demonstração do seu bravo talento.

War Horse

A meu ver, War Horse é muito picuinhas. Quando vi o trailer lembrei-me do clássico Spirit (2002). Desde já digo que não espero muito desta obra de Steven Spielberg embora seja um dos grandes filmes deste ano mesmo que seja o típico filme que almeja o Óscar.

The iron lady

The Iron Lady é um filme realizado, escrito e protagonizado por mulheres. Nada disto seria especial se não fosse o nome da protagonista Meryl Streep e o papel que interpreta seja o da antiga primeira-ministra Margaret Thatcher. 

The Woman in Black

Não espero nada de grandioso deste filme. Apenas quero ver como é Daniel Radcliffe fora do papel do feiticeiro mais famoso dos dias de hoje.

Continua







quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Invictus (2009)


Clint Eastwood é um dos melhores actores norte-americanos vivo. Após uma vasta lista de filmes participados a par de uns bons punhados de boas interpretações, outras das suas paixões, a par da representação, é a realização. 


Deste modo, Eastwood já tem realizado diversas obras de grande valor com uso recorrente de temáticas políticas e étnicas.

Assim, Invictus não é excepção. Portanto, a história de Invictus passa-se nos meados dos anos 90 entre a tomada de poder de Mandela, o fim do apartheid, e o mundial de rugby que, para Mandela, tinha como objectivo unir os dois povos da África do Sul.

Desta forma, Eastwood constrói uma sólida obra. Não é perfeita nem a destacar-se no seu currículo mas é uma obra com um propósito que, a meu ver, é bem transmitido ao espectador.

Por outro lado, a nível artístico não está assim tão mau. Apresenta um bom guarda-roupa, uma sólida banda-sonora, bons actores e, acima de tudo, grandes planos da grandeza e pobreza daquele tempo.
Regressando ao propósito da obra, Eastwood enquadra bem um argumento talentoso, embora sem rasgos de genialidade, e assume valores como a união, capacidade de liderança e crença como valores máximos a fim de governar um país. Enfim, uma lição para muitos dirigentes deste nosso mundo.


domingo, 8 de janeiro de 2012

Hangover (2009)


the_hangover
Todd Philips é um nome a ter em conta na comédia de Hollywood. Este género já caiu um pouco na idiotice e cliché mas Hangover foi o filme que pretendia mudar tudo.
Hangover é divertido, sarcástico, ridículo e único. É um dos poucos filmes recentes hollywoodescos que me faz rir. E isso diz tudo.
nota 8[5]

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Um top diferente (de 2011): Bruno


Por toda a blogosfera faz-se top’s do melhor e do pior de 2011. Deste modo, tentamos modificar essa ideia e, ao contrário do habitual, não iremos ditar o melhor e o pior do ano de 2011 mas o que de melhor e pior vimos em 2011.

Melhores filmes vistos em 2011
1 – Manhattan

2 – Clerks

3 – Hunger



(As críticas a estes filmes estão, ou estarão, todas disponíveis neste blog)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um top diferente ( de 2011): Ricardo


Por toda a blogosfera faz-se top’s do melhor e do pior de 2011. Deste modo, tentamos modificar essa ideia e, ao contrário do habitual, não iremos ditar o melhor e o pior do ano de 2011 mas o que de melhor e pior vimos em 2011.

Melhores filmes vistos em 2011
1 – The Godfather I e II

2 – Midnight in Paris

3 – The boy in the stripped pyjamas

Piores filmes vistos em 2011
1 – Transformers 2: Revenge of the Fallen
(Imagem de boa qualidade para zoom)
2 – Super 8


Melhores séries vistas em 2011
1 – Fringe (Temporada 3)

2 – Dexter (Temporada 1 – 5)

3 – Lie to Me (Temporada 1 – 3)



Menções Honrosas:
Hangover 1
The Pianist
S#*!, my dad says (Série)




(As críticas a estes filmes estão, ou estarão, todas disponíveis neste blog)