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domingo, 12 de junho de 2011

The Tree of Life (2011)

 

the tree of life

Falar de A Árvore da Vida, não é falar de um filme qualquer. Não é falar, certamente, de um filme que se vê, reflecte e deixa-se passar às raízes do tempo. É uma obra que obriga a ver e a rever. A pensar, a ter ideias, a contrariar ideias e a criar dilemas. Porém, é um filme sobre a vida e a morte. Um filme sobre as calmas águas do nosso ser, a explosão dos vulcões e o espírito efusivo do homem. É olhar no horizonte e ver a vida. Abraçá-la. Beijá-la. Senti-la. Uma família sem nomes. Uma rua sem destino. Apenas a desconstrução de uma família leva à desconstrução das outras pois não é aquela família que interessa. São todas elas. É desde os seus tempos de criança até os tempos maturos. É um filme subjectivo mas com objectividade na vida e na morte. E que ambas são certa. Na certeza porém, que a obra de Malick é arte e a sua ode à vida apenas tem um precedente que todos nós sabemos qual é: a odisseia de Kubrick.

nota 9[5]

sábado, 28 de maio de 2011

Badlands (1973)

 

badlands-original

“I’ll try anything once.”

 

A natureza aflora calmamente com o desenrolar do filme. As paisagens áridas, o contraste do deserto e da selva, a luz do sol, o calor desolador e o silêncio da paisagem, servem de palco para a história de dois fugitivos da lei, Kit (Martin Sheen) e Holly (Sissy Spacek).

Malick realiza um obra cheia de som, cheia de carisma da personagem de Sheen, recheada com as paisagens desoladas, encobertas com a inocência de Spacek. Badlands é uma obra que procurar mostrar-nos o peso dos nossos actos, a relação da causalidade e as consequências. Uma obra de valor e de juízos, portanto.

Esta foi a minha primeira experiência de Terrence Malick. Com a aproximação e com a ansiedade de The Tree of Life, decidi descobrir a carreira deste peculiar realizador que divide opiniões mas que quase todas as pessoas acham um génio. E como não podia ser? A julgar por Badlands, tem todas as razões para o ser.

 

nota 9[5]

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Palma de Ouro para The Tree of Life

A obra de Terrence Malick foi galardoada nesta última edição do Festival de Cannes pelo seu mais prestigiado preço, a Palma de Ouro.
Este fim-de-semana, irei corroborar ou desmentir se A Árvore da Vida é, ou não, uma obra-prima.
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domingo, 22 de maio de 2011

Dicotomia rebelde

Ontem vi a obra-prima Badlands de Terrence Malick da qual pretendo falar melhor num dia destes. Mas hoje venho mostrar a dicotomia de Martin Sheen e a sua personagem em Badlands e o carismático James Dean. Mais do que a características físicas similares, a suas personalidades são muito parecidas. É caso para dizer que ambos seguiam o mesmo lema popularizado por Dean:
“Live fast, die young and leave a beautiful corpse”

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