quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
The Godfather, part 2 (1974), por Ricardo
sábado, 19 de fevereiro de 2011
The Godfather: Part II (1974)
“Keep your friends close, but your enemies closer”
No fundo preto surgem as míticas palavras brancas. O título esbarrado na tela preta sem crédito iniciais, como Coppola nos acostumou. Alguém mostra o respeito a Don (Al Pacino) e, de seguida, remete-nos para Sicília e conta-nos os primórdios de Vito Corleone que, criou do nada, a Família Corleone, uma ver governada como um Império Romano por ele.
Assim, Coppola inicia a sua fábula, ora contando os primórdios de Vito, ora contando os passos de Michael, seu filho, nos dias presentes e no que a Família se tornou.
Portanto, a Parte II continua a história da parte I (crítica aqui e aqui) aumentando os detalhes e acrescentando os pontos em falta com uma banda sonora muito mais presente, com uma história mais longa mas mais intensa e com Al Pacino e outro talentoso leque de actores onde apenas Robert DeNiro tenta fazer esquecer o inesquecível Marlon Brando. A meu ver, Pacino evoluiu mas é em DeNiro que encontramos a personagem mais firme do filme e, também, uma história ainda mais interessante sobre a ascensão ao poder nas ruas de Nova Iorque.
Resumidamente falando, na segunda parte d’O Padrinho foram colmatadas as falhas da primeira parte e a única saudade é Marlon Brando.
Nota 9
domingo, 13 de fevereiro de 2011
The Godfather (1972) , por Ricardo
"I'm gonna make him an offer he can't refuse"
A lendária expressão de um filme mítico. O símbolo do poder retratado em Godfather. Francis Ford Coppola e Mario Puzo conseguem atingir um nível de perfeição que só passado algumas visualizações se consegue perceber. Não há nenhum filme como este (ainda não vi a parte 2 e 3), não me perguntem se é a fotografia, se o elenco (Marlon Brando!!), se o argumento (um tema que me agrada bastante), se é a unanimidade que o rodeia ou se é tudo isto junto, mas nunca vi coisa igual. Ganhou 3 Oscares, para melhor filme, para melhor actor num papel principal (Brando) e para melhor argumento adaptado. Al Pacino, James Caan e Robert Duvall foram também nomeados para melhor actor num papel secundário, entre outras nomeações.
As relações de influência, o Poder, o respeito, os valores de Família da Cosa Nostra na América. Os benefícios, ajudas e negócios para os seus, morte e desprezo para os que se opõem. Juízes, advogados, jornalistas, sindicatos, deputados, presidentes de camâra, senadores, proprietários de casinos, restaurantes, bordeis e empresas de transportes. Tudo comprado, corrompido e partilhado com as outras Famílias. Tudo na mão da Máfia (palavra nunca utilizada no filme, assim como Cosa Nostra, a pedido "explícito" do... "Il Capo" verdadeiro).
Não vou entrar em detalhes do filme porque quem já viu já sabe e quem não viu tem obrigatoriamente que ver. E não, não é um filme de ficção. Corleone existe mesmo na Sicília, foi nesta altura que o tráfico da droga passou para o controlo mafioso, o respeito dentro da "Famiglia" é mesmo assim e até aquela reunião dos "capo" aconteceu mesmo (noutro lugar e em outras circunstâncias). Só faltou falar na "Omertá".
Hoje em dia a Cosa Nostra existe mais à custa da fama destes filmes que outra coisa, mas na altura foram eles que abriram porta à expansão da "ideia" na América.
Nota 10
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Lord of War (2005)
Nota 8
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Traffic (2000)


