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sexta-feira, 4 de maio de 2012

The Master e as expectativas



"A 1950s-set drama centered on the relationship between a charismatic intellectual known as "the Master" whose faith-based organization begins to catch on in America, and a young drifter who becomes his right-hand man."


sábado, 9 de abril de 2011

There Will be blood (2007), por Bruno

ThereWillBeBloodMoviePoster

“I am a sinner.”

There will be blood é, para mim, um dos filmes mais difíceis de falar. Deixa-me sem palavras. E é sem palavras que escrevo o que acho deste filme. A incapacidade de encontrar palavras se é que estas existem é impossível para mim. Ou, pelos menos, difícil. Ver a interpretação de Daniel Day-Lewis é como cair num fosso escuro. Não conseguimos proliferar som porque queremos saber o fim do fosso. Não falamos porque nos queremos ouvir pensar no que nos está a acontecer. E é isto. P.T. Anderson é um génio, nós já sabíamos. Que Daniel Day-Lewis é um mestre da representação nós sabíamos, também. E There will be blood não é o melhor filme de sempre. Mas sabemos que está lá perto.

nota 10

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

There will be blood (2007), por Ricardo


Grande filme. Memorável performance de Daniel Day-Lewis (Daniel Plainview).

O Oscar de melhor actor foi uma escolha óbvia no inicio de 2008, para um desempenho fenomenal. Além disso, Robert Elswit arrecadou o de Best Cinematography e o filme foi ainda nomeado para outras seis categorias, incluido melhor filme e melhor realizador.

Além de Day-Lewis, participam, entre outros, Dillion Freisier (o filho adoptado que fica surdo), Ciaran Hindse (braço direito de PlainView) e Paul Dano (que faz tanto de Paul como Ely Sunday). Gostei também bastante deste último, uma personagem muito intensa e real.

A história é uma adaptação de uma história verídica, assim como as personagens são baseadas em pessoas que existiram mesmo. O filme retrata a ascensão de um trabalhador na indústria do petróleo, desde o trabalho mais baixo e sujo até se tornar rico e dono de muitas extracções. Mas assim como vai crescendo em importância, Plainview vai ficando "maluco". É um homem cheio de ódio e com vontade de se vingar de toda a gente que lhe faça e até acaba por rejeitar o filho quando ele decide emancipar-se.

Grandes cenários, grande fotografia, diálogos intensos e cenas inesquecíveis, principalmente a do baptismo de Daniel.

Um filme para rever algumas vezes e nunca ficar desgastado.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Os Óscares de 2008.

Daniel Day-Lewis stars in Paul Thomas Anderson's There Will Be Blood.
Este Domingo à noite irá realizar-se a célebre cerimónia dos Óscares. E nestes dois dias, sem alguma conexão com a cerimónia a realizar-se no Domingo, revi duas obras-primas que disputaram diversos títulos nesse ano: There Will Be Blood e No Country for Old Men. O primeiro, adorei-o da primeira vez que o vi, o segundo, tive de rever para me apaixonar. E nesse ano, No Country for Old Men destronou Haverá Sangue e Paul Thomas Anderson, onde o filme deste ganhou a Melhor Fotografia e, como não podia deixar de ser, Daniel Day-Lewis levou a estatueta de Melhor Actor. E aqui é que reside a curiosidade pois quem viu os dois filmes sabe que Javier Bardem e a sua personagem no filme dos irmãos Coen é, indubitavelmente, a personagem principal. Mas, Bardem levou a estatueta de Melhor Actor Secundário pois seria muito difícil (ou até mesmo impossível) vencer Day-Lewis. O que foi triste nesse ano foi There Will be Blood não ter sido reconhecido mas agora é considerado um dos melhores filmes da década e P.T. Anderson um dos melhores realizadores dos últimos anos. Por outro lado, os Coen saíram reconhecidos. No final, todos saíram a lucrar mesmo que ainda falte a estatueta dourada a P.T. Anderson, o espectador agradece pois este foi o verdadeiro vencedor nesse ano.
Isto é só uma prova que isto dos Óscares nem sempre premeiam os melhores e nem sempre o conseguem como este ano (2008) entre estas duas obras-primas que terão as suas críticas brevemente.
No_country_for_old_men_