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Embaixadores

domingo, 13 de março de 2011

Gangs of New York (2002)

Gangs-New-York
“WHOOPSY DAISY”
Em meados do séculos XIX, gangues de várias religiões, raças e princípios estabelecem-se com poder em Nova Iorque. Irlandeses entram no país assim como a corrupção e a pobreza invade as ruas de Nova Iorque. Ainda não é a famosa cidade que nunca dorme, nem para lá caminha. Só se torna a mítica cidade no final da guerra. Até lá, pessoas morrem, pessoas nascem, os mais poderosos vivem, os mais pobres roubam e os honestos morrem. Assim se deambula por aquelas ruas. E é lá que se trava a história vingativa de Amsterdam (Leonardo DiCaprio) e Bill “The Butcher” Cutting (Daniel Day-Lewis).
O que Scorsese cria aqui é um filme sem sal, sem glória. Trazia grandes expectativas e o filme desiludiu-me. Não foi, de longe, o que esperava. Pensava eu que era um filme glorioso recheado de diálogos interessantes e cultos mas enganei-me. Do filme saem palavras vistas e revistas em outros filmes. O que Scorsese consegue criar é uma atmosfera apelativa que se desvanece ao longo do filme. Deste, retiro dois grandes feitos: Daniel Day-Lewis e o final que não é por ser o final do filme mas é gloriosamente bem esculpido e faz-me odiar um bocado menos o filme.

nota 7

sábado, 12 de março de 2011

Uma Família muito moderna (Será assim tanto?)

modern_family_banner

Meus amigos não é que descobri mais uma linda série denominada Modern Family. Filmada em espécie de documentário como a célebre e amada série The Office, Modern Family retrata três familías com laços entre si, todas elas peculiares e originais a seu modo e feitio e toda a sua jornada para ultrapassar os dias e lidarem uns com os outros e aprender umas lições pelo meio. Original, cómica, realista! Aqui reside a fórmula para perdurar!

quinta-feira, 10 de março de 2011

O estranho caso dos filmes de Terror.

 

psycho-image

Eu não vejo muitos filmes de terror. Aliás, é um dos géneros que mais me desilude. Não por me assustar até porque adoro apanhar um bom susto mas pela falta de qualidade e empenho que prevalece nos filmes de terror. Seja por serem filmes à base de espíritos ou casas assombradas (assuntos fúteis) ou por serem, muitas das vezes, slashers sem história (Não me interpretem mal, eu gosto do Freddy e do Michael). É raro, para mim, encontrar um filme de terror como Psycho ou Shining. Filmes onde poucas pessoas morrem, têm história, têm sentido, não têm espíritos e, mais que tudo, assustam! Mas assustam mesmo!

Um das coisas que eu adoro em filmes de terror é o humor e o gore. Adoro! Funcionam no perfeição e traçam rasgos e separam filmes de terror. Outra das coisas que adoro em filmes de terror é a violência, seja ela física ou psicológica. Dá-me imenso prazer ver a estruturação e a forma como a violência consegue ser usadas. Afinal, todos nós temos instintos animalescos e primitivos.

E assim se fazem filmes de terror. Bons, maus e muito maus. Mas ainda está para chegar um filme de Terror nestes anos vindouros em vampiros e lobisomens (ou mesmo for a deste assunto) que me assuste como, por exemplo, Hitchcock fez!

 

shining