A segunda temporada está confirmada para o final do ano e vai ter novas personagens, novo espaço físico mas as mesmas ideias.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
American Horror Story (2011)
Esta recente série é tão estranha como fantástica, tão original como criativa. Já estava a contar com episódios de qualidade e pude comprovar isso agora que a vi. Em dois dias, já agora. Em menos de 24 horas. Só isso já diz muita coisa. É cativante, bem filmada, bons actores e com boas ideias. E mais importante, consegue manter uma certa lógica e uma certa realidade. Claro que nem toda a gente acredita em mortos que falam com vivos e essas coisas. Mas a série consegue não passar a fronteira do irreal, consegue ser verosímil e manter uma áurea de realismo.
A segunda temporada está confirmada para o final do ano e vai ter novas personagens, novo espaço físico mas as mesmas ideias.
A segunda temporada está confirmada para o final do ano e vai ter novas personagens, novo espaço físico mas as mesmas ideias.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
28 days later (2002)
Danny Boyle já contava com duas obras de relevante valor no seu curriculum (The Beach e Trainspotting), quando iniciou este projecto.
Boyle entra no género de terror, apresentando um filme que tem como base um vírus que demora 28 dias a espalhar-se pelas ruas do Reino Unido (e do mundo, provavelmente) e retoma acção com um paciente (Cillian Murphy) que acorda no hospital (Não é The Walking Dead) sem saber em que caos está a cidade.
Assim, 28 days later mostra o caminho de um grupo de pessoas que tenta encontrar abrigo seguro e, talvez, a cura. Contudo, o filme consegue tocar em pontos de debate interessantes embora menosprezados como, por exemplo, se estaria o mundo preparado para uma pandemia assim como aprofunda as emoções das personagens e procurar encontrar o belo no ambiente apocalíptico.
Desta forma, a obra de Danny Boyle apresenta uma premissa interessante e uma ideia refrescante que são suficientes para assustar e debater sobre certas questões da humanidade mas, com o desenrolar, torna-se num filme preparado para agradar as massas e assustar facilmente. Resumindo, um filme razoável com toques frenéticos e alucinantes (marca do autor) e pronto a assustar.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A Beautiful Mind (2001)
Revi ontem este filme de Ron Howard embora não tenha gostado tanto como da primeira vez, continuo a achar um filme de extrema qualidade. Crowe está muitíssimo bem, está acompanhado por um elenco forte, Ed Harris, Jennifer Connelly entre outros (Paul Bettany, Christopher Plummer, Adam Goldberg), a caracterização é de alto nível (tinha que ser, para conseguirem mostrar a evolução da idade nos personagens) e a história (muitas das partes são verídicas) é cativante.
No início John Nash é apenas um estudante que não vai às aulas e que procura uma ideia original que o lance na vida. Acabou por ser um matemático de renome mundial com ideias marcantes a muitos níveis académicos. Entre esses dois pontos, houve quarenta de anos de vida "atribulada" que o filme nos conta.
Um filme a não perder!
No início John Nash é apenas um estudante que não vai às aulas e que procura uma ideia original que o lance na vida. Acabou por ser um matemático de renome mundial com ideias marcantes a muitos níveis académicos. Entre esses dois pontos, houve quarenta de anos de vida "atribulada" que o filme nos conta.
Um filme a não perder!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Sleepers (1996)
Barry Levinson é, a meu ver, um realizador mais que dramático. Realiza histórias comoventes recheadas se sentimentos fortes prontos a arrancar lágrimas aos mais sensíveis espectadores.
Desta forma, Sleepers tem uma história forte e comovente, que mostra a importância da amizade e união nos tempos mais difíceis e importantes da vida. Assim, o leque de actores apresenta-se sempre capaz, desde as crianças ao adultos, com estrelas em ascensão e com actores famosos para corroborar isso mesmo.
Portanto, Barry Levinson realiza um obra sóbria pronta a enfatizar valores como, por exemplo, a amizade mas também a mostrar as consequências dos actos. Nota-se, pois, em Sleepers, um motivo de força maior para a criação deste filme visto a história ser verídica.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Birth (2004)
Mais uma participação especial da minha namorada, que já tinha escrito a crítica a Castle (espero que o Bruno não me dê na cabeça.. :D )
Um homem morre. Um bebé nasce. Estará a morte de alguma forma relacionada com o nascimento?
Anna (Nicole Kidman) sempre foi uma mulher apaixonada por Sean, seu marido. E mesmo após vários anos da sua morte, ela afirma - “You know I loved Sean so much, and its been so long that I still can't get him out of my system."
A sua vida começa a recompor-se e Anna, após dez anos da morte de Sean fica noiva de Joseph (Danny Huston), até que um rapaz pequeno se apresenta como Sean (“It’s me, Sean!”). Primeiro Anna ri-se, mas depois, e porque o pequeno rapaz sabia muitos pormenores sobre a vida dos dois, pormenores íntimos, começa a acreditar no rapaz. Mas será mesmo ele o verdadeiro Sean? Não estará o rapaz a mentir?
Note-se o papel de Cameron Bright (pequeno Sean) muito bem desempenhado, apesar de criança, tem um comportamento muito adulto, dividindo o ecrã com Nicole Kidman, participando mesmo em algumas cenas mais íntimas com esta.
Um filme que capta a atenção, apesar de ter alguns momentos mais mortos. A música ajuda na criação do “suspense” que está presente em quase todas as cenas. Um fim que é no mínimo surpreendente.
Um homem morre. Um bebé nasce. Estará a morte de alguma forma relacionada com o nascimento?
Anna (Nicole Kidman) sempre foi uma mulher apaixonada por Sean, seu marido. E mesmo após vários anos da sua morte, ela afirma - “You know I loved Sean so much, and its been so long that I still can't get him out of my system."
A sua vida começa a recompor-se e Anna, após dez anos da morte de Sean fica noiva de Joseph (Danny Huston), até que um rapaz pequeno se apresenta como Sean (“It’s me, Sean!”). Primeiro Anna ri-se, mas depois, e porque o pequeno rapaz sabia muitos pormenores sobre a vida dos dois, pormenores íntimos, começa a acreditar no rapaz. Mas será mesmo ele o verdadeiro Sean? Não estará o rapaz a mentir?
Note-se o papel de Cameron Bright (pequeno Sean) muito bem desempenhado, apesar de criança, tem um comportamento muito adulto, dividindo o ecrã com Nicole Kidman, participando mesmo em algumas cenas mais íntimas com esta.
Um filme que capta a atenção, apesar de ter alguns momentos mais mortos. A música ajuda na criação do “suspense” que está presente em quase todas as cenas. Um fim que é no mínimo surpreendente.
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