BeRuby

Embaixadores

sábado, 3 de março de 2012

Boardwalk Empire (2010-)

Atlantic City, New Jersey. 1920. Prohibition.
Tempos memoráveis retratados nesta fantástica série, com o Tesoureiro da Câmara Nucky Thompson no centro de todo o sistema. Só vi a primeira temporada e é imperdível. Nomes infames bastante conhecidos (Rothstein, Lucky Luciano, Al Capone), detalhes perfeitos, bastantes factos verídicos, cenários bem trabalhados e um Nucky (que existiu realmente também) soberbo. Corrupto e assassino mas soberbo e sempre com um maço de notas a sair do bolso.
É dos tempos históricos que mais gosto, América dos anos 20 e a série cumpre tudo o que penso desta época. Alguém teve a magnífica ideia que o álcool devia ser proibido porque tornava o comportamento humano desviante. Foi a oportunidade perfeita para o contrabando e para a ascensão mafiosa em muitas cidades americanas. Tudo isto é mostrado na série, mostrando mesmo como funcionava o sistema. E se alguém achar que aquilo está exagerado, está bem enganado.

Steve Buscemi como Nucky, Michael Pitt, Kelly Macdonald, Michael Shannon e a estrondosa Gretchen Mol.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Bellflower (2011)

Mais um ano, mais uma viagem ao Fantasporto com o colega aqui do espaço. Este ano apenas um filme, não por desinteresse mas por questões de agenda. Fomos então ver Bellflower, um drama com ares apocalípticos e dificílimo de ententer, pelo menos para mim. Excelentes interpretações, boa fotografia. E se o enredo fosse para mim entendível, teria achado um grande filme, assim fica-se por bons momentos mas que deixam algo a desejar.

Evan Glodell no papel primcipal e a realizar também, Tyler Dawson, Jessie Wiseman e Rebecak Brandes.

Ah, e pelo que tem lido houve problemas técnicos em alguns filmes do Fantas; para que conste neste não se passou nada.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Oscares 2012

Concordo que sejam os prémios que mais reconhecimento têm (eu próprio quando faço aqui críticas a filmes menciono-os) mas tudo o resto enjoa-me. Os discursos encomendados, o este foi com aquele e não com o outro, os vestidos feitos para umas horas e depois nunca mais usados, a soberba americana, as pre-party e as after-party, os milhares de convidados inúteis que nem num filme participaram e toda aquela pompa superficial deixam-me doente. Daí ter deixado de ver e de seguir tudo o que está relacionado com o tema. Na segunda de manha, vou aos blogues de referência que sigo e leio os vencedores. Ponto.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

And the Oscar goes to... (the one who likes Hollywood)



Como todos sabem, este Domingo à noite ocorreu a 84ª edição anual dos prémios da Academia ou, como todos dizem, os Óscares. Estes, apesar de não serem os que maior premeiam o talento, são, certamente, os prémios com mais glamour e mais relevantes em Hollywood.

 Por isso, não vou dizer os vencedores dos Óscares pois isso todos nós já sabemos. Por outro lado, vou dizer o que achei da cerimónia em si.

 Assim, os Óscares foram, mais uma vez, atribuídos a quem mais retrata e enaltece o valor dos Estados Unidos da América e, por sua vez, quem mais enaltece o valor de Hollywood. Desta forma, The Artist é um filme mudo realizado e interpretado por franceses mas era o único nos nomeados totalmente filmado em Los Angeles. Daí que o tão desejado prémio tenha ido para eles.

 Por outro lado, no meio dos discursos com a pronúncia irritante francesa visto ser The Artist a levar os galardões, existiram alguns discursos que fugiram ao timeline imposto pela Academia (já nem um discurso decente pode ser dado com calma e emoção!), nomeadamente o de Meryl Streep (que pareceu ser a única que não sabia que era ela que levava o Óscar para casa!), que, como disse, devia ser a última vez que pousava aquele palco como vencedora. Enfim, uma vitória justa para a maior promotora dos Óscares (sempre que faz um filme, nós lembramo-nos que vão haver os Óscares!).

 Dito isto, realçar Hugo que, para Scorsese não sair de mãos a abanar (ele já está habituado (infelizmente)), arrecada alguns prémios na parte técnica. Num mesmo panorama de derrotado, sai The Descendents e Moneyball.

 Finalmente, apenas dizer que, apesar de nunca ter ganho, Stephen Daldry tem todos os seus filmes nomeados para os Óscares. Uma rara proeza que, mesmo ao sair derrotado, anima qualquer um. Assim como a irreverência de Woody ao, mais uma vez, não aparecer para recolher os louros (talvez tenha tido algum concerto num bar).

 E, como não me podia esquecer, falar de Billy Crystal que teve alguns momentos hilariantes numa cerimónia que o maior defeito a realçar é a má escolha dos vencedores.




sábado, 25 de fevereiro de 2012

Buried (2010)

Filmado em 17 dias, com um cenário apenas e com uma única personagem (Ryan Reynolds), Buried deve ser o filme mais "simples" que já vi. Paul foi enterrado vivo dentro de um caixão, com um telemóvel e um isqueiro. Será suficiente para conseguir sair dali?

Filme não aconselhado a pessoas com claustrofobia.