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Embaixadores

sábado, 19 de março de 2011

Super 8

 

Apesar do carimbo de blockbuster, Abrams criou aqui um filme que, penso eu, será o próximo Close Encounters of the third kind. Aliás, Steven Spielberg está na produção e, como tal, é impossível desassociar Spielberg neste filme de J.J.Abrams.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dawson's Creek (1998-2003)


Vi esta série há um ano atrás na Sony, e não na tvi no início do século como alguns de vocês. Daí alguma falta de actualidade que senti quando a vi. Apesar disso, gostei de ver. É uma espécie de Orange County old-fashioned. Penso que prolongaram um pouco demais a série, porque ali na quarta/quinta temporada já era um pouco maçador, mas claro, depois de ver tantos episódios, qualquer pessoa vai até ao fim.

A série passa-se na terra natal de Dawson Leery (James van der Beeck). A casa dele está separada da de Joey Potter (Katie Holmes) por um riacho. Eles são os melhores amigos e almas gémeas (seja lá isso o que for). O melhor amigo deles é Pacey Witter (Joshua Jackson) e depois também aparece na vida deles, para complicar tudo, Jen Lindley (Michelle Williams). Os quatro vão ultrapassar a sua adolescência juntos, com vários relacionamentos pelo meio, incluindo entre eles os quatro. Há referência a várias situações próprias do início da juventude, como os problemas para entrar na universidade ( e a distância que ia ficar entre eles), os sonhos de cada um, as bebedeiras, como fugir do passado, como/quando perder a virgindade, o primeiro emprego e as relações com os pais (incluindo o desprezo de um, o divórcio e até a morte).

Joshua Jackson aparece muito bem e distingue-se dos outros. A personagem de Katie Holmes é profundamente irritante, sempre a complicar tudo e a filosofar sobre tudo, nunca está bem com nada.

Conta com a participação de Mary Beth Peil, Kerr Smith, Meredith Monroe e Busy Philips.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Chernobyl e a sua fábrica de dinheiro.

chernobyl

Neste último fim-de-semana, o desastre que ocorreu em Chernobyl completou 25 anos. A história já é conhecida, uma central nuclear instalada em Chernobyl liberta uma nuvem radioactiva após umas operações de teste terem ocorrido mal. Com este acontecimento, a nuvem radioactiva espalhou-se pela restante Ucrânia, por diversos países vizinhos tais como a Bielorússia e a Rússia e pelo resto da Europa. Depressa, começaram a aparecer deformações, tumores e outros defeitos em pessoas por onde a nuvem radioactiva passou. Entretanto, a cidade perto da central nuclear onde os trabalhadores estavam instalados tornou-se numa cidade-fantasma.
Tudo isto para expressar algumas incertezas e inexplicações na minha mente pois pergunto-me como é que nunca fizeram um filme sobre Chernobyl (?) É que a cidade está prestes a tornar-se num ponto turístico no Norte da Ucrânia e até fazia sentido fazerem um filme visto que já fizeram um filme sobre o facebook (Crítica aqui) e sobre o Justin Bieber

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Million Dollar Baby (2004)

million dollar baby

“Mo Cuishle”
Há pessoas neste mundo que estão destinadas a grandes feitos. Umas no futebol, outras no Cinema, etc.. Maggie Fitzgerald (Hillary Swank) estava destinada a grandes feitos no boxe. Cresceu e viveu pobre, ou como ela pensava, ela era lixo. A par da pobreza e de servir às mesas, Maggie tinha um sonho, um sonho que só ela acreditava: ter sucesso no boxe. E para isso lutou e nunca desistiu e foi graças a Frankie Dunn (Clint Eastwood) que ela conseguiu sonhar com o ouro.
Assim, este filme, escrito por Paul Haggis e realizado por Clint Eastwood, mostra várias vidas dedicadas aos ringues. Desde o começo até ao fim. E por mais duro que se pareça, Eastwood mostra-nos a verdade crua e nua. Não nos retém com imagens lindas e personagens encantadoras, trata-nos como lixo, trata-nos como escumalha e mostra a todos os que estão sentados no sofá sem fazer nada, uma lição.
Pois por mais que se mostre a realização delicada de Eastwood ou a crueldade do argumento ou até mesmo a sonante sonoplastia e o trabalho magnífico dos três protagonistas (Eastwood, Swank e Freeman), Eastwood pretende-nos mostrar uma lição de vida. Pretende mostrar-nos que Fitzgerald não morre em vão e mostra a todos a verdadeira lição da vida: ela não se limitou a sonhar, ela tentou.

 nota 8

terça-feira, 15 de março de 2011

Harper's Island (2009)


Esta recente série é uma das melhores que já vi. Se filtrarmos aquelas com uma temporada só, é a melhor. Intensa e com mortes em todos os episódios; uma ilha com um passado aterrorizador, recebe um casamento daqueles supostamente "perfeitos", com duas dezenas de convidados, mas há um pequeno revés: há um assassino à solta que os vai matando a todos, um por um, durante os treze episódios.
Com participação de Katie Cassidy, Christopher Gorham, Elaine Cassidy, Jimmy Beaver, entre muitos outros.
E não há mais nada a dizer, sem ser aconselhar-vos a ver. De preferência à noite, com as luzes apagadas e o som bem alto. Não se vão arrepender.